Entre aspas, farpas e afagos (por vezes pontapés e paixão) a busca de uma leitura humana no tempo e no espaço.
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
"A generificação das roupas e das atitudes para com elas tem sido, ela mesma, materialmente inscrita através de relações sociais: fora do mercado capitalista, onde o tecedor masculino e o alfaiate masculino tornaram-se, crescentemente, a norma, eram as mu-lheres que eram tanto material quanto ideologicamente, associadas com a confecção, o conserto e a limpeza das roupas. E difícil recapturar plenamente a densi-dade e a complexa transformação dessa relação entre as mulheres das diferentes classes e a roupa". STALLYBRASS, Peter. O caçado de Marx: roupas, memória, dor. Trad.: Tomaz Tadeu, 3ed. BH: Autêntica, p. 23.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário