terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Mário Quintana

Com o tempo, você vai percebendo que, para ser feliz, você precisa aprender a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. 
(Mário Quintana)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

É com alegria que anunciamos aberta a temporada 2016 da corrida da corrupção. 
Categorais:
Político mais corrupto
Maior quantia desviada
Tráfico de influência
Corrupção ativa e passiva
Empresário corruptor
Eleitor vendido
Juiz corrompido.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Submundo

No submundo da subconsciência
No suburbano
[Dos sonhos mudos
Perdi-me na ciência
Da noite passada,
Ficando nudo,
[Plenamente nulo,
                        [mudo
De consciência.
                (In)subalterno
                               Terno,
Temo,
Fico pleno.


Cara da morte

Tenho visto a cara da morte
Ela não espanta, encanta,
Se aproxima e se afasta
Buscando outra sorte.

Rotulações

Estou cansado das rotulações e padronizações. A cada dia que se passa, mais e mais estas pestes daninhas se multiplicam entre nós. Tudo e todos vão sendo rotulados e padronizados. Tudo tem que está dentro dos padrões e dos rótulos, sem poder se desviar deles. Aquilo que está fora das padronizações e rotulações são trazidas de qualquer maneira para dentro delas, a força e ali são escravizados, são feitos seres servis dos padrões e das rotulações.  
Esquerda – direita – capitalista – comunista – socialista – cristão – islâmico – ateu e o diabo a quatro. Tudo tem que está dentro de alguma porra de rotulação. Mesquinharia, burrice e enfadonhamente cansativo essa tentativa de nos transformar em escravos dos rótulos e encarcerados dentro de padronizações medonhas.  
Tenho cada dia mais me perguntado por que temos que enquadrar tudo dentro de padrões e rotulações pré-estabelecidos. Será por falta de opções? Por pequinês de ideias, de pensamentos, de argumentos?

Uma coisa tenho tomado como certa: as padronizações e rotulações nos fazem serem pequenos. Limitam nosso EU. Nos escravizam e nos aprisionam nas circunstâncias. Faz nosso universo perder a cor e o sabor da diversificação, a magia e prazer de fazer visitas e conhecer além de nossos horizontes e disto parir novas expectativas