Em 1835 o Vale do Itajaí estava praticamente adormecido - Dr. Blumenau e as grandes levas de imigrantes chegariam somente no fim da década seguinte - e poucos aventureiros, como Agostinho Alves, se aventuravam pela região que no fim daquele século se tornou, segundo jornais locais, na região mais desenvolvida e promissora de SC. Porém o rio Itajaí-açú e seus afluentes já chamava atenção pela fertilidade de suas margens e por sua capacidade de navegação. Naquele ano, em FALLA diante da assembléia legislativa, o presidente da província de SC Nunes Pires, estimulado por carta de Agostinho Alves, evoca aos ilustres senhores sobre a importância do rio e de se fazer futuros investimentos na região.
Entre aspas, farpas e afagos (por vezes pontapés e paixão) a busca de uma leitura humana no tempo e no espaço.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
terça-feira, 28 de junho de 2016
Momentos IV
A profundidade daquele olhar, carregado de profunda tristeza
Que transpunha todos os limites daquilo que se podia suportar,
Trazia consigo todos os momentos vividos e deixados de viver.
Não, ele não simboliza uma vida sem vida, uma vida de amargura,
Mas o contrário disto, era o símbolo de uma intensa vida
Vivida em toda sua sagacidade, com grande intensidade.
Israel Goulart , 26/06/2016
Israel Goulart , 26/06/2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
Roda-viva
Abismo presente
Horizonte estático
Espaço alterado
Caminho distante
Tempo dinâmico
Olhar desorientado
Angústia!
Israel Goulart, 08/06/2016
Horizonte estático
Espaço alterado
Caminho distante
Tempo dinâmico
Olhar desorientado
Angústia!
Israel Goulart, 08/06/2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
Pós-modernidade
Não há tempo para chorar!
Não há quem ouça o choro!
Choro engolido em seco!
Não há quem traga conforto!
Não há quem enxugue as lágrimas!
Lágrimas que se tornam invisíveis.
[perdidas no meio da
multidão.
E os cacos vão ficando pelo caminho
Sem tempo de serem recolhidos,
[rejuntados e refeitos.
Pós-modernidade, sem fraquezas,
Punidas com o descarte.
Individualista!
Pós-modernidade – Israel Goulart, 01/04/2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Mário Quintana
Com o tempo, você vai percebendo que, para ser feliz, você precisa aprender a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
(Mário Quintana)
(Mário Quintana)
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Submundo
No submundo da subconsciência
No suburbano
[Dos sonhos
mudos
Perdi-me na ciência
Da noite passada,
Ficando nudo,
[Plenamente
nulo,
[mudo
De consciência.
(In)subalterno
Terno,
Temo,
Fico pleno.
Cara da morte
Tenho visto a cara da morte
Ela não espanta, encanta,
Se aproxima e se afasta
Buscando outra sorte.
Rotulações
Estou
cansado das rotulações e padronizações. A cada dia que se passa, mais e mais
estas pestes daninhas se multiplicam entre nós. Tudo e todos vão sendo
rotulados e padronizados. Tudo tem que está dentro dos padrões e dos rótulos,
sem poder se desviar deles. Aquilo que está fora das padronizações e rotulações
são trazidas de qualquer maneira para dentro delas, a força e ali são
escravizados, são feitos seres servis dos padrões e das rotulações.
Esquerda
– direita – capitalista – comunista – socialista – cristão – islâmico – ateu e
o diabo a quatro. Tudo tem que está dentro de alguma porra de rotulação.
Mesquinharia, burrice e enfadonhamente cansativo essa tentativa de nos
transformar em escravos dos rótulos e encarcerados dentro de padronizações medonhas.
Tenho
cada dia mais me perguntado por que temos que enquadrar tudo dentro de padrões
e rotulações pré-estabelecidos. Será por falta de opções? Por pequinês de
ideias, de pensamentos, de argumentos?
Uma
coisa tenho tomado como certa: as padronizações e rotulações nos fazem serem
pequenos. Limitam nosso EU. Nos escravizam e nos aprisionam nas circunstâncias.
Faz nosso universo perder a cor e o sabor da diversificação, a magia e prazer
de fazer visitas e conhecer além de nossos horizontes e disto parir novas
expectativas
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