segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Em 1835 o Vale do Itajaí estava praticamente adormecido - Dr. Blumenau e as grandes levas de imigrantes chegariam somente no fim da década seguinte - e poucos aventureiros, como Agostinho Alves, se aventuravam pela região que no fim daquele século se tornou, segundo jornais locais, na região mais desenvolvida e promissora de SC. Porém o rio Itajaí-açú e seus afluentes já chamava atenção pela fertilidade de suas margens e por sua capacidade de navegação. Naquele ano, em FALLA diante da assembléia legislativa, o presidente da província de SC Nunes Pires, estimulado por carta de Agostinho Alves, evoca aos ilustres senhores sobre a importância do rio e de se fazer futuros investimentos na região.


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

SUBMUNDO


No submundo da subconsciência
No suburbano
[Dos sonhos mudos
Perdi-me na ciência
Da noite passada,
Ficando nudo,
[Plenamente nulo,
                        [mudo
De consciência.
                (In)subalterno
                               Terno,
Temo,

Fico pleno.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Momentos IV

A profundidade daquele olhar, carregado de profunda tristeza Que transpunha todos os limites daquilo que se podia suportar, Trazia consigo todos os momentos vividos e deixados de viver. Não, ele não simboliza uma vida sem vida, uma vida de amargura, Mas o contrário disto, era o símbolo de uma intensa vida Vivida em toda sua sagacidade, com grande intensidade.

Israel Goulart , 26/06/2016

terça-feira, 7 de junho de 2016

Roda-viva

Abismo presente
Horizonte estático
Espaço alterado
Caminho distante
Tempo dinâmico  
Olhar desorientado
Angústia!

Israel Goulart, 08/06/2016

terça-feira, 31 de maio de 2016

Pudor

Pudor e escrita:
Definitivamente não combinam!

Israel Goulart, 2015

Pós-modernidade

Não há tempo para chorar!
Não há quem ouça o choro!
Choro engolido em seco!
Não há quem traga conforto!
Não há quem enxugue as lágrimas!
Lágrimas que se tornam invisíveis.
   [perdidas no meio da multidão.
E os cacos vão ficando pelo caminho
Sem tempo de serem recolhidos,
                             [rejuntados e refeitos.
Pós-modernidade, sem fraquezas,
Punidas com o descarte.
Individualista!

Pós-modernidade – Israel Goulart, 01/04/2016





segunda-feira, 30 de maio de 2016

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Mário Quintana

Com o tempo, você vai percebendo que, para ser feliz, você precisa aprender a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. 
(Mário Quintana)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

É com alegria que anunciamos aberta a temporada 2016 da corrida da corrupção. 
Categorais:
Político mais corrupto
Maior quantia desviada
Tráfico de influência
Corrupção ativa e passiva
Empresário corruptor
Eleitor vendido
Juiz corrompido.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Submundo

No submundo da subconsciência
No suburbano
[Dos sonhos mudos
Perdi-me na ciência
Da noite passada,
Ficando nudo,
[Plenamente nulo,
                        [mudo
De consciência.
                (In)subalterno
                               Terno,
Temo,
Fico pleno.


Cara da morte

Tenho visto a cara da morte
Ela não espanta, encanta,
Se aproxima e se afasta
Buscando outra sorte.

Rotulações

Estou cansado das rotulações e padronizações. A cada dia que se passa, mais e mais estas pestes daninhas se multiplicam entre nós. Tudo e todos vão sendo rotulados e padronizados. Tudo tem que está dentro dos padrões e dos rótulos, sem poder se desviar deles. Aquilo que está fora das padronizações e rotulações são trazidas de qualquer maneira para dentro delas, a força e ali são escravizados, são feitos seres servis dos padrões e das rotulações.  
Esquerda – direita – capitalista – comunista – socialista – cristão – islâmico – ateu e o diabo a quatro. Tudo tem que está dentro de alguma porra de rotulação. Mesquinharia, burrice e enfadonhamente cansativo essa tentativa de nos transformar em escravos dos rótulos e encarcerados dentro de padronizações medonhas.  
Tenho cada dia mais me perguntado por que temos que enquadrar tudo dentro de padrões e rotulações pré-estabelecidos. Será por falta de opções? Por pequinês de ideias, de pensamentos, de argumentos?

Uma coisa tenho tomado como certa: as padronizações e rotulações nos fazem serem pequenos. Limitam nosso EU. Nos escravizam e nos aprisionam nas circunstâncias. Faz nosso universo perder a cor e o sabor da diversificação, a magia e prazer de fazer visitas e conhecer além de nossos horizontes e disto parir novas expectativas